Gestão de Daniel, em Ananindeua, é uma das mais eficientes e equilibradas do Pará



Levantamento inédito feito pelo portal PITIÚ DA NOTÍCIA, com base em informações do Tesouro Nacional, revela que a gestão de Daniel Santos na Prefeitura de Ananindeua é uma das mais eficientes do Pará também do ponto de vista fiscal.
Com base na prestação de contas oficial do primeiro quadrimestre deste ano, de 117 das 144 Prefeituras paraenses, Ananindeua é o 6º município do estado que menos compromete sua arrecadação líquida com pagamento de pessoal.
Sob o comando de Daniel, Ananindeua utiliza apenas 35,88% de seus recursos públicos com a folha do funcionalismo, percentual melhor que o da sua visinha Belém, que compromete 39,85%, e Parauapebas, que gasta 43,59% de sua receita líquida com servidores.
Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o Poder Executivo municipal atinge o limite de alerta ao gastar mais de 48,6% de sua arrecadação líquida com a folha. Se os gastos superarem 51,3%, atinge-se o limite prudencial. Mas se chegarem a 54% da receita, rompe o limite máximo.
No Pará, apenas 39 Prefeituras estão em situação confortável, abaixo do limite de alerta, a exemplo da gestão de Daniel. Exatamente 17 estão enquadradas no limite de alerta, com gastos computados entre 48,6% e 51,29%. Outras 13 estão no limite prudencial, com despesas consolidadas na faixa entre 51,3% e 53,99%. E de forma preocupante, 42 Prefeituras estão hoje com o teto de gastos com pessoal estourado.
Entre as 117 Prefeituras com prestação de contas enviada aos órgãos de controle externo, seis encaminharam relatórios contendo dados inconsistentes. Já 27 municípios devem ao Tesouro Nacional e seus gestores podem acabar multados por isso.
 
GOVERNO ESTADUAL
Se Daniel fosse governador de estado, seria hoje o chefe de Executivo estadual brasileiro com as contas mais bem saneadas. Considerando sua gestão eficiente em Ananindeua e transpondo seus resultados aí alcançados para a escala estadual, Daniel colocaria o Pará na dianteira da gestão fiscal no país, com gastos com pessoal da ordem de 32,56%. Atualmente, os melhores estados nesse quesito são Mato Grosso (36,86%), Espírito Santo (36,2%) e Maranhão (33,19%).
O Governo do Pará compromete hoje 40,53% de sua arrecadação com o funcionalismo, muito perto de tocar o limite de alerta para o Poder Executivo estadual, que é de 44,1%, segundo a LRF.

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