Nem COP30 salva: ‘gestão Ozempic’ afunda Pará em Ranking de Competitividade



Apesar da injeção de propaganda na mídia e maquiagem superficial do governo do Barbalho, estado fica cada vez mais raquítico, amarga em indicadores sociais básicos e afugenta grandes investidores.

O estado do Pará, comandado por Helder Barbalho, é um dos que mais pioraram em competitividade, perdendo absurdas quatro posições no ranking entre as 27 unidades da federação, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Centro de Liderança Pública (CPL).

Numa escala de nota que vai de 0 a 100 no Ranking de Competitividade dos Estados, o Pará obteve apenas 28,3 pontos, sendo o 3º pior, à frente apenas de Acre (26,8) e Amapá (19,7). O líder, São Paulo, cravou 81 pontos, e o vice-líder, Santa Catarina, ostenta 79,6.

É por isso que cada vez mais paraenses deixam o estado e vão embora principalmente para Santa Catarina, já que o governo atual não é capaz de criar medidas que tornem o Pará mais competitivo e atraente para empresários e negócios. Dados do Censo 2022 revelaram que o estado do Sul tem hoje 82 mil paraenses vivendo lá, onde o potencial de competitividade é 180% maior.

Sem saneamento básico, educação pública de qualidade, acesso à saúde e segurança, é impossível ao Pará gerar cadeia de valor que impacte positivamente a qualidade de vida da população. O estado amarga em geração de emprego e renda e prospera em informalidade.

De acordo com o CPL, de um total de dez pilares avaliados em âmbito estadual, o Pará capotou em sete, estagnou em dois e melhorou apenas em um. Para servir de consolo, o avanço se deu em infraestrutura, muito por conta de investimentos federais concentrados em Belém para receber a COP30 em novembro.

Nos quesitos eficiência da máquina pública e educação, o Pará é, conforme o ranking, o 3º pior do Brasil, apesar da maquiagem do Palácio dos Despachos na mídia. O estado é lanterninha em práticas ambientais, sociais e de governança e o 3º pior no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS). Além disso, possui os municípios que estão entre os menos competitivos do Brasil.


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