Prefeitura de Belém terá que ampliar acolhimento social para evitar colapso

Belém tem pouco tempo para dobrar as vagas para pessoas em situação de rua.
Mas calma, que é só "temporário".

A Justiça Federal determinou que a Prefeitura de Belém e a Funpapa ampliem a rede de acolhimento e criem ao menos 50 novas vagas em abrigos provisórios no prazo de 45 dias. A medida atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e tem como prioridade a região da Presidente Vargas, uma das áreas com maior concentração de pessoas em situação de rua.

Além do aumento no número de vagas — hoje limitadas a apenas 40 —, a decisão obriga a criação de um plano de atendimento psicossocial, com foco em dependentes químicos. Segundo o MPF, a atual estrutura é insuficiente e pode entrar em colapso durante a COP30, em 2025, quando Belém será sede da Conferência do Clima da ONU.

A Prefeitura ainda não detalhou como cumprirá a ordem, mas especialistas alertam que a falta de políticas públicas consistentes para a população vulnerável não é novidade. O prazo curto pressiona a gestão municipal a apresentar soluções imediatas para garantir dignidade e atendimento adequado antes do evento internacional.

FOTO: G1

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